Contexto da Reforma Tributária: Mais 60% Empresas Ainda Sem Medição
A reforma tributária: mais 60% empresas brasileiras ainda não iniciaram a medição dos impactos dessa importante mudança no sistema tributário do consumo, que já está em vigor e tem previsão de implementação completa para 2026. Segundo o InfoMoney, a pesquisa Panorama do Contas a Pagar 2026, realizada pela plataforma Qive com apoio da Opinion Box, avaliou 406 profissionais de organizações de diversos portes em todo o país, revelando que mais de 60% das empresas não começaram a medir os efeitos da reforma em seus negócios.
Detalhes da Pesquisa sobre Reforma Tributária: Mais 60% Empresas Sem Ações
O estudo indica que 40% das empresas ainda não iniciaram a identificação dos impactos da reforma tributária: mais 60% empresas, enquanto 25% planejam começar esse processo em breve. Apenas 38% das organizações já começaram o mapeamento dos efeitos, evidenciando que a reforma tributária: mais 60% empresas ainda enfrentam desafios para se adaptar. Erika Daguani, CPO da Qive, alerta que essa demora pode representar riscos significativos, pois a transição exige revisão estrutural de processos e sistemas, e não apenas ajustes pontuais.
Atualmente, cerca de metade das empresas consultadas utilizam sistemas integrados de gestão (ERP) ou outras plataformas para automatizar funções como geração de relatórios (20%), entrada de documentos (15%) e cadastros (15%). Contudo, a conferência dos documentos fiscais, fundamental para a conformidade, é uma das tarefas menos automatizadas, com apenas 11% de automação, o que evidencia a necessidade de maior preparo para a reforma tributária: mais 60% empresas.
Impactos e Preparação: Reforma Tributária e o Cenário das Empresas
Com a implementação da reforma tributária: mais 60% empresas planejam automatizar e aumentar a frequência da conferência dos documentos fiscais. Contudo, uma parcela significativa permanece inerte, refletindo o grau de maturidade da gestão fiscal no país. Empresas com processos digitalizados e governança sólida tendem a enxergar a reforma como oportunidade, enquanto aquelas com ineficiências internas a veem como ameaça.
O estudo destaca que empresas de grande porte estão mais preparadas: 85% acompanham notas técnicas e propostas da reforma, 75% revisam processos e ERPs e 70% realizam simulações de cenários. Por outro lado, 60% das pequenas e médias empresas (PMEs) ainda não iniciaram nenhuma ação preparatória, o que pode levar a maior dependência de consultorias externas e custos elevados nos primeiros anos da transição.
Principais Desafios e Próximos Passos na Reforma Tributária: Mais 60% Empresas em Alerta
A criação do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) e da Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) trazem uma apuração e escrituração fiscal mais rigorosas, tornando processos manuais inadequados. As empresas precisarão revisar rotinas de faturamento, compliance e integrar áreas como TI, fiscal, compras e jurídico para atender às novas exigências.
A adequação de sistemas, inclusão de novos campos e alteração do CNPJ para formato alfanumérico são tarefas essenciais para que a reforma tributária: mais 60% empresas possam cumprir as novas obrigações. Erika Daguani destaca que o backoffice deve receber atenção estratégica equivalente à da frente de receita, sendo fundamental automatizar a conferência e o fluxo de documentos fiscais para evitar inconsistências, perda de crédito e riscos de autuação.
O período educacional do Fisco será de três meses após a edição dos regulamentos do CBS e do IBS, após o qual penalidades poderão ser aplicadas, aumentando a urgência para que as empresas iniciem suas adaptações.
Tendências e Temas Relevantes para a Reforma Tributária: Mais 60% Empresas Buscam Soluções
Um levantamento da Qive mostrou que os temas mais pesquisados pelas empresas relacionadas à reforma tributária: mais 60% empresas são o “split payment” (pagamento dividido no B2B) e o crédito tributário. O split payment preocupa setores como tecnologia, varejo e serviços por impactar diretamente o fluxo de caixa. Já o crédito tributário envolve dúvidas sobre direitos e riscos em caso de recolhimento incorreto pelo fornecedor.
Esses temas evidenciam as principais preocupações das empresas: manter a liquidez e garantir o compliance simultaneamente durante a transição para o novo modelo tributário, reforçando a necessidade de que a reforma tributária: mais 60% empresas estejam preparadas para enfrentar os desafios que virão.
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