Captação por porte de projeto
Google Ads, LinkedIn Ads e SEO em "desenvolvimento de plataforma", "modernização de legado", "squad ágil pra produto" — buscas de projeto grande, não lead genérico.
Você não vende produto. Vende capacidade de entregar. A gente ajuda sua software house a demonstrar credibilidade técnica e capturar projetos maiores, sem depender só de indicação.

Foto por cottonbro studio · Pexels
Mercado brasileiro em 2024 (ABES/IDC), boa parte em fábrica, outsourcing e desenvolvimento sob demanda. Grande, competitivo e em transformação pela IA.
Não é assinatura. O CTO precisa acreditar que seu time constrói no prazo, no orçamento e sem susto. Falhar em transmitir isso perde o deal.
Marketing que funciona junta 3 alavancas: conteúdo técnico que prova competência, captação por porte de projeto e case de execução com número de negócio.
Chega prospect querendo "criar um app" com R$ 15k. Sua fábrica é montada pra projetos de R$ 200k+. Sem qualificação por porte, o comercial gasta 3 calls com quem não fecha.
De um lado CI&T, Stefanini, TIVIT (marca, preço médio-alto). De outro dev freelancer indiano de US$ 15/h. Sem posicionamento claro, você vira commodity.
Cliente que pagava 6 devs por 6 meses agora pergunta "IA não faz isso em 1 mês?". Sem se posicionar como quem usa IA na entrega, a percepção de valor cai.
Google Ads, LinkedIn Ads e SEO em "desenvolvimento de plataforma", "modernização de legado", "squad ágil pra produto" — buscas de projeto grande, não lead genérico.
Blog com case técnico real (arquitetura, decisão, resultado), presença editorial em LinkedIn dos tech leads. Comprador sofisticado exige prova, não copy corporativa.
CadenceFlow gera listas de empresas com fit (porte, setor, sinal de contratação) e roda cadência que fala a linguagem do executivo técnico — não o pitch de sempre.
Referências que ajudam a calibrar posicionamento e discurso comercial:
Muito. SaaS vende produto (assinatura), foca em MQL, trial e ativação. Software house vende serviço (capacidade de entrega), foca em credibilidade técnica, case robusto e captação de projeto de porte adequado. A jornada de compra também é diferente: comprador de SaaS testa em trial; comprador de fábrica exige RFP, proposta técnica detalhada e reunião com o time.
Difícil competir no mesmo campo (fábrica grande ganha em enterprise por escala). O caminho é escolher recorte: vertical (fintech, healthtech, retail), tipo de projeto (modernização de legado, produto novo, IA aplicada), ou modelo (squad dedicado vs projeto fechado). Marketing especialista comunica esse recorte com clareza.
Vale, se bem calibrado. Google Ads em "criar app" traz lead ruim. Google Ads em "modernizar sistema legado bancário", "desenvolvimento de plataforma para fintech", "outsourcing de squad senior" traz projeto grande. A diferença é escolha de keyword: intenção comercial madura, não busca amadora.
Duas mensagens em paralelo: (1) "usamos IA na entrega pra acelerar e reduzir erro" — defensivo, mostra que você não vai virar cavalo de aluguel; (2) "ajudamos você a construir soluções com IA embarcada" — ofensivo, abre linha de receita nova. Marketing precisa comunicar ambas, ou o comprador presume que sua fábrica está desatualizada.
Funciona quando: a lista é qualificada (CTO/VP Eng em empresas de porte compatível), a mensagem inicial é técnica e específica (não "somos fábrica com metodologia ágil"), e o follow-up leva pra reunião com um tech lead do lado da fábrica (não vendedor). CadenceFlow permite exatamente isso, com cadência automática que respeita esse padrão.
GEO (Generative Engine Optimization): schema FAQPage no site, respostas objetivas em formato Q&A, presença em fontes que a IA lê (Reddit r/brdev, blogs técnicos, LinkedIn de tech leads), llms.txt com posicionamento claro. A Maximum é pioneira em GEO no Brasil.
Diagnóstico inicial sem custo. Em 30 minutos identificamos os canais que fazem sentido pra sua operação hoje.